Ricardo Cherem de Abreu, diretor técnico da Dannenge International, aponta três tecnologias que podem ser aplicadas para a contenção de vírus.

“Duas delas seriam ‘passivas’: a primeira, a renovação de ar, com retirada contínua de ar contaminado; a segunda, a aplicação de filtros de alta eficiência para retenção de particulados. A terceira tecnologia seria ‘ativa’, com base em ionização catalítica. Ressalto que a classe mais eficaz de filtros comercialmente aplicados tem por especificação a retenção da ordem de 99,9 % de partículas acima de 0,3 micra. São os chamados filtros HEPA (High Efficiency Particulate Arrastance). Ocorre que os coronavírus apresentam tamanho menor, da ordem de 0,12 micra. Nesta faixa de tamanho a eficiência não é determinada.

Entretanto, considerando que o vírus só permanece vivo se contido em microgotas de água, que são os chamados aerossóis, emitidos por espirro, tosse ou mesmo pela respiração das pessoas, pode-se afirmar que os filtros HEPA constituem técnica eficaz para conter a circulação do vírus. A tecnologia da ionização catalítica, por outro lado, pode ser considerada ‘ativa’, pois tem por base o lançamento de íons de alta reatividade no ambiente ocupado, que não só reagem com contaminantes em suspensão, mas, também, com aqueles depositados nas superfícies. Esta tecnologia é relativamente recente, porém, existem no mercado diversos produtos com diferentes graus de desenvolvimento”.

Para a rede hospitalar, o diretor da Dannenge diz que devem ser aplicadas as mesmas tecnologias já apontadas: renovação de ar, filtros finos e ionizadores. “Observo que o uso de filtros finos requer equipamentos com ventiladores de alta capacidade e são originalmente aplicados apenas em ambientes onde requeridos por norma: salas de cirurgias de alta complexidade, áreas de internação de queimados e transplantados de medula óssea e, ainda, áreas de preparo de medicação paraenteral. A conversão de equipamentos convencionais para a aplicação de filtros finos é, na prática, inviável. Seja pela necessidade de troca de climatizador, pelo espaço ocupado, pelo nível de ruído ou pelo custo. A aplicação de ionizadores, por outro lado, não requer modificações nos equipamentos existentes e pode ser feita, inclusive, por equipamentos portáteis. Existem testes comprovando a eficiência dessa tecnologia na redução da concentração de vírus tipo corona, mas nada ainda para o Covid-19, de desenvolvimento recente. Das tecnologias de radiação comercializadas, a mais recente é a PHI (Photo-HydroIonization), desenvolvida pela RGF Environmental nos EUA, que utiliza lâmpadas UV-C, calibradas para evitar a geração de ozônio, de alta durabilidade e que não contém mercúrio”.

Eng. Cherem alerta, ainda, para as boas práticas de engenharia. “É importante lembrar que diversos estudos apontam para a eficiência do controle da umidade relativa como meio de abatimento de organismos patogênicos disseminados pelo ar. Uma faixa entre 40% e 60% de umidade relativa é demonstrada como ótima para o controle de patogênicos, inclusive vírus do tipo corona. Entretanto, apesar de previsto em norma, a grande maioria dos ambientes hospitalares não possui controle de umidade relativa, com exceção de salas de cirurgia, áreas de tratamento de queimados, ou ainda áreas técnicas de equipamentos, quando exigido pelos fornecedores. Ressalto que a melhor estratégia seria a correta aplicação das quatro técnicas citadas.”

Foto: Divulgação/PMSP/Cristiane Cibele Gonçalves

Jornalista responsável Ana Paula Basile Pinheiro

Tecnologia PHI foi tema da Dannenge em Seminário Internacional

Palestra destacou a aplicação de ionizadores foto catalíticos em unidades de climatização hospitalares no combate a vírus e bactérias

O novo Coronavírus – COVID-19 colocou o mundo em alerta, após o estado de pandemia ser decretado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Novas formas de sanitização de ambientes estão sendo usadas a fim de combater sua propagação, uma delas, a aplicação de ionizadores foto catalíticos – Tecnologia PHI, ac rescenta da às unidades de climatização hospitalares, tema abordado por Ricardo Cherem de Abreu, diretor técnico da Dannenge International, durante o Seminário Qualidade do Ar em Hospitais – Mitigação dos riscos com conforto, tecnologia e eficiência, realizado pela Ashrae Brasil Chapter e a Abrava, que aconteceu dia 17 de março último, na plataforma online.

Em sua palestra “Aplicação de sistemas de purificação de ar ativos em instalações assistenciais de saúde”, Cherem alertou sobre a importância e urgência do ar purificado nas unid ades hospitalares e EAS – Estabelecimento Assistencial de Saúde, no combate às infecções causadas por vírus e bactérias.

“A aplicação de ionizador foto catalítico – PHI, acrescenta às unidades de climatização hospitalares vantagens diferenciais no controle de vírus, muitas vezes não retidos em filtros absolutos por seu pequeno tamanho, inferior 0,3 micra. É importante observar que não devem ser utilizados catalizadores que geram ozônio, pois, esta substância é prejudicial à saúde e considerada nociva pela legislação brasileira. Outro recurso importante é a aplicação de lâmpadas UV na desinfecção de serpentinas de unidades de tratamento de ar, sem restrição de porte, para eliminar na raiz a concen tra&cced il;ão de contaminantes”, revelou o diretor técnico da Dannenge.

Segundo ele, ainda não foram realizados testes específicos da tecnologia PHI com o COVID-19, entretanto, a RGF Environmental, empresa representada pela Dannenge International, possui resultados validados que mostram uma redução superior a 99 % em vírus similares com essa tecnologia.

“Estes vírus, como o COVID-19, também são do tipo envelopados ou capeados por proteínas. Se reduzimos este tipo de vírus, podemos supor que seríamos efetivos na redução do novo Coronavírus. Quanto mais pessoas tiverem acesso à tecnologia para purificação do ar, mais chances teremos de controlar o vírus, e muitas vidas serão preservadas”, informa Cherem.

A RGF Environmental possui produtos aprovados para uso em hospitais e estabelecimentos assistenciais da saúde, como as linhas HALO LED e RGF-BioControls, que inclui as unidades de filtração, projetadas e testadas na redução de contaminantes patogênicos aéreos em ambiente hospitalar.

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Jornalista responsável Ana Paula Basile Pinheiro

Comunicado Dannenge

Dannenge International, distribuidor exclusivo no Brasil e também fornecedor América Latina da RGF Environmental, oferece ao mercado purificadores de ar com tecnologia PHI a preços acessíveis

Intenção do incentivo é viabilizar os produtos a todas as pessoas, em prol da prevenção e combate ao Coronavírus

Honrando a missão com a responsabilidade social e o compromisso com a saúde humana, a Dannenge International adotou uma política de incentivo, oferecendo equipamentos para sistemas de purificação do ar em ambientes climatizados a preços acessíveis. Essa política abrange o mercado brasileiro e latino-americano, tanto para aquisição, quanto para locação.

A intenção da empresa é preservar vidas através da campanha e divulgação em prol da prevenção e controle do Coronavírus – COVID-19, oferecendo uma gama de produtos para purificação e filtração do ar em aplicações residenciais, comerciais e hospitalares, ao alcance da população, viabilizando às pessoas a aquisição.
“O COVID-19 é um membro da subfamília Ortocoronavirinae do subgenus Sarbecovirus. A RGF, e nenhuma outra empresa, possui testes realizados especificamente com o COVID-19, temos, entretanto, resultados validados, mostram redução superior a 99 % em vírus similares com a utilização dos purificadores de ar com tecnologia PHI (foto-hidro-ionização). Estes vírus, como o COVID-19, também são do tipo envelopados ou capeados por proteínas. Se podemos reduzir este tipo de vírus, podemos supor que seríamos efetivos na redução do Coronavírus atual. Quanto mais pessoas tiverem acesso à tecnologia para purificação do ar, mais chances teremos de controlar o vírus, e muitas vidas serão preservadas”, informa Fernando Abreu, CEO da Dannenge International.

A RGF possui produtos aprovados para uso em hospitais e estabelecimentos assistenciais da saúde, como a linha RGF-BioControls, que inclui as unidades de filtração, projetadas e testadas na redução de contaminantes patogênicos aéreos, como o COVID-19, em ambiente hospitalar.

Também, são indicados para aplicações residenciais e comerciais, como shopping centers, hotéis, restaurantes, edifícios corporativos, entre outros. Muitos hospitais instalaram e aprovaram os produtos PHI-Cell e REME HALO nos mais diversos ambientes. A aplicação é realizada em equipamentos e dutos dos sistemas de climatização, com facilidade e rapidez, e oferecem uma resposta robusta ao controle das infecções. Recomenda-se, no ambiente hospitalar, o emprego de múltiplas e redundantes tecnologias de purificação do ar, para que sejam atingidos os melhores resultados possíveis.

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