Você sabia que a aplicação de ionizadores fotocalíticos (PHI), acrescenta às unidades de climatização hospitalares a eliminação de odores, tanto daqueles gerados pelas condições peculiares das unidades de saúde, quanto os gerados por desinfetantes aplicados em excesso para disfarçar o mal cheiro local.

Dannenge International oferece a linha RGF BioControls Microcon para controle de infecções aerotransportadas. Os purificadores de ar móveis com filtragem HEPA Microcon MAP da RGF Environmental são projetados para reduzir patógenos infecciosos transportadas pelo ar, como o novo coronavírus, para aplicação em ambientes hospitalares e de saúde.

Com a adição de um kit block-out e de duto flex-ducting, os purificadores de ar Microcon MAP HEPA também fornecem isolamento de pressão negativa móvel e irradiação UV germicida. Integrado com o exclusivo padrão de distribuição do ar Circumflow, contribui para a melhoria da qualidade do ar da zona respiratória em um quarto de paciente, em virtude da entrada e saída de ar em 360º, que são únicas apenas para a série Microcon. Todas as nossas unidades de filtro HEPA para purificação do ar estão em conformidade com as Diretrizes do CDC e são certificadas pela FDA 510K, obrigatória para sistemas de purificação de ar em uso hospitalar.

Disponível em diversos modelos, o Microcon MAP 400 e MAP 800 atendem aos requisitos do CDC para filtragem HEPA e excede as recomendações de 6 a 12 trocas de ar ambiente por hora. Cada unidade é portátil e pode ser posicionada para aplicações pontuais ou mais permanentes, permitindo flexibilidade no planejamento da carga do paciente.

É importante observar que, não devem ser utilizados fotocatalizadores que geram ozônio em ambientes com a presença humana, pois esta substância é prejudicial à saúde e considerada nociva pela legislação brasileira.

Saiba mais sobre a linha BioControls RGF em https://www.dannenge.com/blog/tecnologia-desinfeccao

Jornalista responsável Ana Paula Basile Pinheiro

A Revista do Frio traz na edição de dezembro de 2020 o artigo “Pandemia eleva preocupação com Qualidade do Ar em edifícios”, com a participação de Ricardo Cherem de Abreu, diretor técnico da Dannenge International.

Na avaliação do diretor técnico da Dannenge,  o desconhecimento sobre o novo coronavírus ainda “é grande e as recomendações emitidas pelas associações de classe foram tímidas em termos de aplicação de novas tecnologias, como os fotocatalizadores, que dão resposta efetiva para o problema da contaminação aérea”.

“As ações recomendadas – aumentar a renovação de ar, elevar o grau de filtração e usar lâmpada germicida ultravioleta (UV) – são excelentes quando praticáveis e devem ser implementadas, seguramente. O resultado, entretanto, só interfere na concentração de fundo e não dá resposta para a transmissão aérea direta, que pode vir daquele seu colega de trabalho conversando com você frente a frente”, argumenta.

Segundo especialistas, os sistemas de HVAC potencialmente podem espalhar um vírus pelos ambientes internos quando o ar em alta velocidade flui de uma pessoa infectada para outras, algo que foi demonstrado durante o surto da síndrome respiratória aguda grave, doença causada pelo Sars-CoV-1, em 2004.

“Os sistemas de climatização têm de atuar na diminuição da probabilidade de contaminação, porém, não como hoje estão instalados. Para que eles venham a ser efetivos, é necessário que sejam modificados e/ou suplementados. É preciso considerar agir na concentração de fundo de contaminantes, ou seja, aqueles contaminantes que foram espalhados pela sala através da própria ação do sistema, assim como na concentração de contaminantes na proximidade dos ocupantes, ou seja, que ficam no caminho direto entre uma pessoa que expira e outra que inspira”, ressalta.

“A concentração de fundo pode ser diminuída pelo aumento da taxa de renovação de ar, pela aplicação de filtros finos e pela adoção de purificadores de ar passivos, tipo filtros absolutos, lâmpada UV-C e ionizadores bipolares. A contaminação direta só pode ser diminuída por algum agente que entre no ambiente e reaja ‘in loco’ com os microrganismos patogênicos. Existem no mercado purificadores de ar que geram peróxido de hidrogênio a partir da umidade contida no ar através de um processo de fotocatalização, e o peróxido de hidrogênio – um gás amigável, mas fortemente oxidante –, comprovadamente, desativa vírus e elimina bactérias, fungos e mofos. Por estar espalhado no ambiente, atua tanto na possível contaminação por concentração de fundo quanto na contaminação por transmissão aérea direta”, acrescenta.

Em meio à pandemia, “algumas soluções que trazem risco à saúde foram sugeridas, como purificação com ozônio, que é extremamente agressivo e de uso proibido pelos órgãos de controle da saúde do trabalho, e as lâmpadas UV em túneis ou em dispositivos que deixam essas lâmpadas aparentes, liberando irradiação prejudicial à saúde”, alerta o executivo, lembrando que, nestes tempos, “a desinformação é grande e até os responsáveis por políticas sanitárias contribuem com esse processo”.

“A OMS demorou mais de seis meses para reconhecer a possibilidade de transmissão aérea do novo coronavírus por aerossóis e, mesmo assim, só o fez sob pressão da comunidade científica”, exemplifica.

A matéria na íntegra está disponível em https://revistadofrio.com.br/2020/12/pandemia-eleva-preocupacao-com-qualidade-do-ar-em-edificios/

 

Jornalista responsável Ana Paula Basile Pinheiro

Daremos uma pausa em nossas atividades nos dias 24, 25, e 30 de dezembro a 4 de janeiro 2021.

Equipe Dannenge International

Dannenge
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